domingo, 3 de dezembro de 2017


Sinto que, em primeiro lugar, tenho que esclarecer um ponto muito importante, que acabou por moldar a minha personalidade, a minha forma de ser, e como sou vista pelos outros, especialmente por aqueles que me conhecem há mais tempo - eu sou MUITO esquesitinha com a comida, o meu avô sempre me disse na hora das refeições - e ainda diz, apesar de ser estatisticamente alta - "Come neta, come para seres GRANDE".
 Ultimamente a minha "esquisitice" não anda tão crítica, por isso até me tenho aventurado com coisas novas (um exemplo disso são as tripas, já vos falei das tripas? Adoro tripas, e acreditem que se na altura a minha esquisitice não estivesse a um nível tão baixo, nem as tinha experimentado), mas chegar ao sushi foi um avanço extremamente inesperado, posso dizer que só fui porque as minhas amigas convocaram a minha presença (ou seja, perguntaram se eu queria ir, e lá me aventurei, mas só porque até tinha saudades delas e tal)

Fomos ao Glamour Sushi, em "Biana", ao lado das Galerias César, é um espaço lindíssimo, e o serviço foi muito bom, e como têm um sistema tipo rodízio comemos imenso, e no fim pagámos o mesmo, a única coisa que não estava incluída era a bebida, mas isso é um pequeno pormenor.

Em relação à comida em si - comi-a com os pauzinhos, sem grandes problemas, depois de arranjar o jeito (e praticar até a comida chegar) até foi fácil - as algas que rodeavam alguns elementos não são a minha chávena de chá, e custava-me um bocadinho trinca-las, por causa do aparelho, especialmente nas peças grandes que na segunda imagem estão no copo (já disse que a apresentação de tudo estava cinco estrelas ???). E para mim era mais fácil comer os elementos quentes (esqueci-me de fotografar a maior parte deles, por isso não aparecem aqui), por isso foram os meus preferidos. Mas o resto também estava muito bom, embora ache que seria melhor comer o que comemos no Verão, simplesmente por serem mais "fresquinhos", mas não se enganem, saímos de lá cheias !!!

Acabou por ser uma experiência gira, e o grupinho até já decidiu que temos de lá voltar,  portanto, até recomendo.
E vou tentar ser ainda menos esquesitinha para comer, porque para experimentar a primeira peça estive sem brincadeira, dois minutos a olhar para ela, a rever todas as decisões da minha vida que me tinham levado àquele momento.

Oh well...

Com amor,
Laura




sábado, 2 de dezembro de 2017

"I know people can change because it happens to me little by little every day . Every day I wake up as someone slightly new. Isn't it wild and intriguing and beautiful to think that every day we are new?"
 Taylor Swift

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Ao longo da minha vida, nunca senti um grande interesse por religião - sim, acho a forma como moldou a história fascinante, mas para além disso... nada. Ir à missa era mais uma tarefa e a catequese não me ensinou nada que me faça sentir mais completa como pessoa, adorei as aulas de EMRC, mas porque não nos focávamos demasiado na parte da religião, mas mais em problemas dos dias de hoje, via-mos filmes, fazíamos debates, e realmente aprendíamos coisas úteis (em comparação com a catequese), e os fóruns de moral eram muito fixes, ainda assim, só tive EMRC até ao 9º ano, no secundário pus essa disciplina de lado. Não fiz o crisma, e sinto que não traria mais nada de importante à minha vida.

Por isso, se algum dia tiver filhos, a probabilidade de os baptizar e os educar na fé cristã é muito baixa.

No entanto, festejo o Natal, a Páscoa, o São Martinho, as festas da terrinha, e essas festividades todas, não pela parte religiosa, mas mais pela parte do convívio, e cooperação entre as pessoas, que sinceramente, é mais importante para mim, do que a sua base religiosa.

Apesar de a religião não me dizer nada, não digo que tenhamos de viver num mundo ateu - cada um tem o direito à sua fé (desde que não a imponha aos outros, muito menos à força, mas isso é um tópico para outra altura) . Por essas e por outras, uma das coisas que achei mais interessantes quando cheguei a Aveiro, foi a forma tão diferente como as pessoas encaravam a religião, como acreditavam que a sua fé lhes dava a sua força, a sua vontade de continuar, ou as auxiliava na sua jornada para se tornarem pessoas melhores, e, caso não se sentissem satisfeitas com a fé que lhes foi incutida, estudavam as mais diversas  religiões, com o objetivo de encontrarem aquela que consideram que mais os preenchesse - porque realmente sentiam e sentem que a religião lhes pode trazer o sentido de paz que tanto procuram.

Mais uma vez, acho isso fascinante, aquilo que para mim não significa nada, e para os outros... é tudo. A sua força de acordar de manhã, e lutar mais um dia, aquilo que lhes trás conforto e alegria...

É fascinante, não acham ?

Com amor,
Laura

segunda-feira, 27 de novembro de 2017



"Espero que saibam que, apesar de todas as chatices, dos meses em que nem nos vemos, nem nos falamos,continuam a fazer parte do meu dia-a-dia, e acreditem, todos os dias penso em vocês , seja porque no supermercado vi um brinquedo que sei que iriam adorar, seja porque vi um vestido bonito que faz o vosso género, ou então porque conheci alguém com o mesmo nome que um de vocês. Apesar de todas as chatices, até vos tolero, e, sei que não o digo muitas vezes, mas até gosto de vocês. São o meu grupo de pessoas passivo-agressivas preferido, e acho que não vos trocava por nada. Acho. Também não tenho grande escolha nesse departamento.

Ah, e no Natal quero meias, muitas meias, e chocolate".


Acho que isto vai ser uma rubrica nova aqui no blog, volta e meia penso em frases fofinhas -algumas são verídicas, mas a maior parte é fictícia - que não encaixam bem nas Quotes, nem tem conteúdo suficiente para escrever algo maior e mais complexo. Basicamente esta rubrica vais ser uma espécie de brain dump,  por isso não esperem muita coisa,

Com amor,
Laura