Nem acredito que já passou outro ano, ainda agora estava a
despedir-me de 2015 (aqui) e a sonhar com o que 2016 me poderia trazer, sem nunca
conseguir minimamente imaginar aquilo que acabaria por me dar.
Sim, em termos globais não foi uma no muito bom: Zika, presidência
do Trump, a quantidade enorme de celebridades que morrerem, a Grande Barreira
de Coral a bater recordes em relação à morte dos seus corais, atentados terroristas, e todas essas
coisas que nos indicam que o fim do mundo está próximo, muito próximo . Pelo menos vamos entrar em
2017 como CAMPEÕES DA EUROPA, e ninguém nos tira isso (foi na final que senti
pela primeira vez o coração nas mãos enquanto via um jogo, vibrei de emoção e
nem ligo nada a futebol, foi um momento lindo sem dúvida).
Em relação ao meu 2016, bem… foi um ano que me vai ficar
para sempre no coração, fui a Londres com o pessoal da escola “antiga” (que infelizmente
acabou por fechar), fui a Madrid com o pessoal da escola “nova”, tive os dois
bailes de finalistas das respetivas, fiz os exames nacionais, acabei o
secundário, e concretizei um dos meus maiores sonhos, entrar no ensino
superior, numa cidade que chamo com muito amor de a minha terceira casa - sendo
que a primeira e a segunda são o Pico e Viana, obviamente – Aveiro, num curso
que não é de todo o que eu tinha planeado no 10º ano, Marketing (Biologia Marinha era o plano original 😅), mas
que me fascina de uma maneira diferente, e que, apesar de ter dois
recursos onde estou batidinha sei que me vai, a longo prazo, fazer me feliz, pelo
menos assim espero.
Não posso deixar de agradecer a 2016 pelas pessoas
maravilhosas que conheci, tanto no trabalho que tive no verão, como nas aulas,
na praxe (onde sem sombra de dúvida conheci imensa gente, que de qualquer outra
forma não teria conhecido, por estar em pós-laboral), e na Marnotuna (mais uma pequenina família em Aveiro), agradeço
imenso por todas essas pessoas que me aquecem o coração, e pelas desgraçadas
que vão comigo comer tripas à meia-noite e que só voltam comigo a casa às
tantas da manhã. Essas é que sofrem. Adoro tripas, nunca poderei expressar
completamente o meu amor por tripas, tripa
é love, tripa é life.
E agradeço também às pobres das minhas amigas, que aguentam os meus desvareios sem sentido, as minhas teorias sem jeito nenhum e as minhas aleatórias expressões de carinho (prepare-se que 2017 vai doer 😅).
Que venha 2017, e que seja tão bom, ou até mesmo melhor do
que 2016 ❤
Com amor,