quinta-feira, 13 de outubro de 2016


Sempre me vi como uma defensora da igualdade de direitos para todos os cidadãos deste planeta, e da enorme necessidade que temos de melhorar o estado de saúde do mesmo (enfim, tentar alterar o curso do aquecimento global, salvar os mares e as florestas, os desejos de qualquer pessoa preocupada com o meio ambiente), como tal, considero-me equalista e ambientalista.

Nestes últimos dias tenho visto tanta desconsideração em relação às mulheres, tenho visto tantas raparigas a ser objetificadas a torto e a direito, a serem reduzidas a um rabo jeitoso, um par de mamas, ou até mesmo reduzida ao pseudo-estatuto de "para ser comida", e juro,eu acreditava que, como país desenvolvido, já tínhamos  evoluído para além deste ponto degradante, em que o homem é para comer e a mulher é para ser comida. 

E isto irrita-me, porque eu sei que vai continuar a ser assim.
O melhor que posso fazer é esperar que, um dia, quando/se eu tiver filhos, os consiga a ensinar a ver para além das aparências, que existe muito mais numa pessoa do que uns abdominais bem feitos.

E que elas podem comer, e eles ser comidos.

Kiss and hug,
Laura

Nota : claro que também tenho noção dos outros milhentos problemas que afetam as mulheres, os homens, e a comunidade transsexual nos dias de hoje, como descriminação e tantos outros, mas neste post decidi focar-me na objetificação, mas nunca esquecendo todos os outros problemas.

1 comentário:

  1. Sinto o mesmo! Faz-me uma confusão ver mulheres (e homens) a ser objetificados. Quando acho que a sociedade está a melhorar, vejo/ouço qualquer coisa que em faz voltar atrás.
    Kiss, Mariana Dezolt
    Messy Hair, Don’t Care

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19 | Açoriana que cresceu em Viana do Castelo | Hufflepuff | Estudante de Marketing em Aveiro

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